Muitas vezes, a imagem que vemos no espelho é diferente do que queríamos ter, do que imaginamos que representaria quem realmente somos. E isso se deve a falta de cuidados com o corpo e a imagem pessoal.

E não estamos falando de padrões sociais ou da aparência que os outros esperam que tenhamos, mas sim da que, ao olhar para si, pense: estou tão “eu” hoje.

Infelizmente, algumas pessoas negligenciam auto cuidado e a vaidade, seja por colocar outras prioridades na frente, ou não se sentirem bonitas o suficiente.

Contudo, o simples fato de olhar para si mesmo com cuidado, consideração e respeito, já irá, naturalmente, aumentar seu amor próprio.

Além disso, a aparência é a primeira impressão que os outros terão de você. Por isso, é importante imprimir sua personalidade e se apresentar para o mundo.

Logo, vaidade não é algo supérfluo ou desnecessário, mas sim uma forma de cuidado, de gerar autoconfiança e autoconhecimento.

Hoje, vamos falar de 2 tópicos da vaidade: autoconhecimento e procedimentos estéticos.

O objetivo é provocar uma análise dos pontos positivos e negativos dos cuidados com o corpo e da imagem pessoal, desmistificando mitos e mostrando que você também pode ter vaidade.

Vaidade, cuidado com o corpo e autoconhecimento

Muitas vezes, quando pensamos em vaidade, visualizamos pessoas tentando se enquadrar nos padrões sociais, sacrificando-se para alcançar o corpo perfeito, a pele mais hidratada e o cabelo impecável.

Uma rotina nada prática, cara e impraticável para maioria de nós, que não pode dedicar-se exclusivamente à beleza.

Realmente, se considerarmos o significado mais antigo da palavra vaidade – o que é vão, firmado sobre a aparência – esta definição poderia até estar adequada.

Contudo, ao procurarmos a essência do que este termo representa hoje em dia, vemos que a vaidade é, por definição, valorizar sua própria aparência, ou qualquer outra característica física ou intelectual.

Nesse sentido, o auto cuidado (que muitas vezes é associado a vaidade) é um aliado do autoconhecimento.

Para cuidar de seu cabelo, precisará saber o que faz dele único, não é à toa que, hoje em dia, muitas mulheres estão se reconectando com seus cabelos naturais e entendendo suas particularidades.

Do mesmo modo, quando se cria o hábito de cuidados com a pele (skin care), voltamos o costume de nos tocar, descobrir cada detalhe e sentir-se melhor consigo mesmo.

Os cuidados com o corpo e com a imagem pessoal podem representar uma jornada para descobrir quem realmente somos e a imagem que queremos passar para o mundo.

Vaidade e procedimentos estéticos

Será que os procedimentos estéticos são inimigos da autoaceitação?

Não é difícil ouvir o discurso de que procedimentos estéticos são supérfluos e buscam encaixar todo mundo nos mesmos padrões.

Porém, você pode aceitar uma característica sua e ainda sim querer mudá-la.

Os procedimentos estéticos devem transparecer a imagem que você tem de si mesmo por dentro e externaliza-la para o mundo.

É natural que uma pessoa que tem a personalidade jovem, por exemplo, mas é mais velha, não se identifique com as rugas começando a aparecer.

Elas não refletem quem ela é nesta fase da vida, mesmo que estes traços marcados não incomodem, não é dessa maneira que a pessoa quer ser vista.

Conclusão

Em resumo, os procedimentos estéticos não são necessários para te tornar bonita ou bonito, entretanto, pode ser que você queira fazê-los, que isso aumente sua autoestima e confiança.

Nestes casos, que bom que temos essa tecnologia a nossa disposição, isso também é ser livre, é ser versátil e ser, sobretudo, feliz.

Os cuidados com o corpo e com a imagem pessoal podem ser uma oportunidade de reconectar-se com quem você realmente é, de transparecer, através de sua aparência, sua personalidade.

Para isso, você não deve buscar se encaixar em um padrão social, mas sim conhecer a si mesmo e buscar se sentir melhor em sua verdadeira morada, que é seu corpo.